A JUSTIÇA DO TRABALHO É CULPADA PELA FALTA DE ÉTICA DOS PERITOS?


Na matéria publica na REVISTA PROTEÇÃO com o título de ‘EM TEMPOS DE CRISE” assinada por Antonio Carlos Vendrame, me deparei com uma “denúncia” que merece ser investigada pelo Ministério Público do Trabalho e punidos, os culpados se o fato descrito for verdadeiro ou o autor da matéria pela disseminação de falsa notícia em meio de comunicação escrita.

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OS PERITOS DA “VELHA GUARDA” E OS SEUS VÍCIOS

       Lendo uma matéria escrita pelo Eng° Vendrame, com o título “Alhos e Bugalhos”, publicada na Revista Proteção desse mês, afora a confusão que o autor faz na tentativa de explicar as diferenças entre os tipos de exposição no trabalho, quando contínua e permanente, intermitente ou eventual, o que mais me chamou a atenção é um vício comum que os Perito da “velha guarda” praticam e ensinam aos mais novos.

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PERITO NÃO DEVE USAR DE JURISPRUDÊNCIA NO LAUDO PERICIAL

PERITO NÃO DEVE USAR DE JURISPRUDÊNCIA PARA CONSUBSTANCIAR O LAUDO:

Entender assim é autorizar o perito a extrapolar os limites perscrutáveis da perícia.
Ao Perito é vedado o uso de quaisquer argumentos não técnicos ou opiniões próprias para convencimento do direito postulado pelas partes.
O Laudo Pericial não é peça de defesa ou de contestação, disso a desnecessidade do uso de ferramentas jurídicas de convencimento. Continuar lendo

OS DEZ MANDAMENTOS DO PERITO JUDICIAL DO TRABALHO

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O PERITO JUDICIAL DO TRABALHO deve ter consciência e competência para saber dos seus limites e obrigações na realização da Perícia Judicial do Trabalho, em respeito ao parágrafo 2° do artigo 473 do CPC.

E, para que o dispositivo legal, transcrito naquele artigo do código de processo civil seja respeitado pelos experts do juízo,  fui buscar na legislação o que defino como sendo os dez mandamentos que o perito judicial deve obedecer para não cometer o pecado mortal e ter a sua pericia impugnada.

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